Elen's profileElen EscherPhotosBlogListsMore Tools Help

Blog


    A função das pessoas em nossa vida!

    Você é uma "razão", uma "estação" ou uma "vida inteira"?
    Pessoas entram na sua vida por uma "razão", uma "estação" ou uma "vida inteira".
    Quando você percebe qual deles é, você vai saber o que fazer por cada pessoa.
    Quando alguém está em sua vida por uma "razão", é geralmente para suprir uma necessidade que você demonstrou.
    Eles vêm para auxiliá-lo numa dificuldade, te fornecer orientação e apoio, ajudá-lo física, emocional ou espiritualmente.
    Eles poderão parecer como uma dádiva de Deus, e eles são!
    Eles estão lá pela razão que você precisa que eles estejam lá.
    Então, sem nenhuma atitude errada de sua parte, ou em uma hora inconveniente, esta pessoa vai dizer ou fazer alguma coisa para levar essa relação a um fim.
    Às vezes essas pessoas morrem.
    Às vezes, simplesmente se vão.
    Às vezes, agem e te forçam a tomar uma posição.
    O que devemos entender é que nossas necessidades foram atendidas, nossos desejos preenchidos e o trabalho deles, feito.
    As suas orações foram atendidas.
    E agora é tempo de ir.
    Quando pessoas entram em nossa vida por uma "estação", é porque chegou sua vez de dividir, crescer e aprender. Elas trazem para você a experiência da paz, ou fazem você rir. Elas poderão ensiná-lo algo que você nunca fez. Elas geralmente te dão uma quantidade enorme de prazer.
    Acredite! É real!
    Mas somente por uma "estação".
    Relacionamentos de uma "vida inteira" te ensinam lições para a vida inteira: coisas que você deve construir para ter uma formação emocional sólida. Sua tarefa é aceitar a lição, amar a pessoa, e colocar o que você aprendeu em uso em todos os outros relacionamentos e áreas de sua vida. É dito que o amor é cego, mas a amizade é clarividente.
    Obrigado por ser parte da minha vida.
    Pare aqui e simplesmente sorria. Esta última parte é para mostrar às pessoas que você as ama e para ver quantas pessoas amam você!
    Não se sinta embaraçado. Porque só você terá os resultados.
    [desconheço a autoria]

    Do fundo do fim do mundo.

    Do fundo do fim do mundo Vieram me perguntar Qual era o anseio fundo Que me fazia chorar. E eu disse, "É esse que os poetas Têm tentado dizer Em obras sempre incompletas Em que puseram seu ser. Ë assim com um gesto nobre Respondi a a quem não sei Se me houve por rico ou pobre.

    Fernando Pessoa

    PADRE LÉO

    Pe. Léo Tarcísio Gonçalves Pereira, mais conhecido como Padre Léo, (Delfim Moreira, 9 de outubro de 1961São Paulo, 4 de janeiro de 2007) foi um sacerdote da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus e ativista social brasileiro. Morreu no Hospital das Clínicas em SP de infecção generalizada conseqüência de um câncer incurado.

    Filho de Joaquim Mendes e Maria Nazaré, nasceu numa família simples e sempre quis ser padre. Entrou para a Renovação Carismática Católica (RCC) em 1973. Era músico, cantor, compositor, apresentador, pregador e escritor. Em 12 de outubro de 1995, fundou a Comunidade Bethânia, que, hoje, conta com mais de 30 membros e 5 casas espalhadas pelo Brasil, cuja missão é restaurar jovens dependentes químicos, portadores de HIV e marginalizados em geral.

     
     Frase que me inspira!
    Perdoar é doar-se a quem não merece, acha que merece, me ofende e ainda fala mal de mim para os outros.
    Perdoar é permitir que seu coração seja revestido pela ternura e pela misericórdia do coração de Jesus.
     
    **********************************************************************************************
     
    Pe. Léo, SCJ, padre do Sagrado Coração de Jesus, autor de diversos títulos:

    “Famílias restauradas”,

    “Na trilha da cura”, “Sede fecundos”, “Curas dos traumas da morte” e “Gotas de cura interior”, pregador, fundador da Comunidade Bethânia onde trabalha acolhendo dependentes químicos (drogados e alcoólatras), menores abandonados e portadores do vírus HIV, que tenham o desejo de buscar a restauração de sua vida, além de oferecer inúmeros retiros de cura interior.
     
    **********************************************************************************************
    Obras do autor
     

    ************************************************************************************************************

     “O ser humano nasceu para ser feliz, completamente feliz. O ser humano nasceu com tudo programado para a felicidade. Você nasceu para dar certo. Esse é o grande projeto de Deus para sua vida. Esse é seu grande segredo.” Estamos com a faca e o queijo nas mãos. Somos livres para escolher os caminhos a trilhar". (...)

     
     

    O bambu e a poesia

    O bambu e a poesia

    As pessoas que não entendem poesia deveriam ter um bambuzal no jardim. O bambu e a poesia são muito parecidos: neles imperam todos os mistérios da
    infância, neles se percebe uma linguagem para além do racional. O bambu e a poesia compõem-se como um arco de simbolismo, têm uns verdores pênseis, umas
    alturas feitas de união. Não existem sozinhos. Neles tudo é composto, coletivo. São castelos que atraem o imaginário. Lá dentro: casa de insetos, de cobras, dos monstros vários da fantasia. Lá dentro, portal para o tempo imóvel do sonho.
    O bambu é pouso de pássaros, criadouro de sombras, paragem do vento. Não é à toa que meninos buscam nos bambus suportes para suas pandorgas. O vento é
    irmão do bambu, nele se solidifica, se esculpe, nele se mascara de visível. Quando o vento quer aparecer, brinca nos entremeios do bambuzal. Pouca coisa é mais música que isto. A poesia tem uma irmã com o mesmo comportamento do vento: a palavra.
    No bambu, o colmo oco guarda umas águas que não se sabe de onde. Surge mínimo e em tempo pouco, já domina a paisagem. Depois da bomba em Hiroshima, foram os bambus os primeiros a reverdecer sobre a tragédia. Foram os bambus que trouxeram aos homens o futuro, o nascimento imperioso do continuar sempre. Tudo isso também serve para a poesia.
    O bambuzal alastra-se por baixo da terra, é um guerreiro ávido, faminto, vândalo com o solo, seus caules subterrâneos, sempre invasores, sempre trabalhando na busca de novos territórios, não desistem. Talvez por isso, o bambu não floresça. Tanto rouba da terra os nutrientes, que foi castigado a não ter flores. Alguns teimam, revoltam-se, querem sobre si uma primeira e última primavera. Para o bambu, florescer é morrer. Ainda hoje, os cientistas não compreendem bem este processo. Assim é a poesia, domina os escuros, cresce neles, às vezes aparece aos olhos e é apenas bela e necessária. Outras vezes, é mais corajosa, vai além, floresce para alma.
    Sacrifica o entendimento, quer ser um cosmo onde nada pode ser aprisionado pela razão. Onde tudo é feito para acariciar os sentidos.
    A poesia e o bambu são empórios de surpresas: deles saem flautas, varas de pescar, móveis, alimentos para os homens e para os lêmures, combustível, papel, estão no Taj-Mahal como estão no casebre. Estão na metrópole e dentro da floresta. Estão segurando encostas e sentimentos, despoluindo rios, decorando casas e cabeças.
    Os dois são fáceis de serem vistos. São diários. Estão aos olhos, por isso as pessoas que não entendem poesia, deveriam ter um bambuzal no jardim.

    Rubens da Cunha