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A função das pessoas em nossa vida!

Você é uma "razão", uma "estação" ou uma "vida inteira"?
Pessoas entram na sua vida por uma "razão", uma "estação" ou uma "vida inteira".
Quando você percebe qual deles é, você vai saber o que fazer por cada pessoa.
Quando alguém está em sua vida por uma "razão", é geralmente para suprir uma necessidade que você demonstrou.
Eles vêm para auxiliá-lo numa dificuldade, te fornecer orientação e apoio, ajudá-lo física, emocional ou espiritualmente.
Eles poderão parecer como uma dádiva de Deus, e eles são!
Eles estão lá pela razão que você precisa que eles estejam lá.
Então, sem nenhuma atitude errada de sua parte, ou em uma hora inconveniente, esta pessoa vai dizer ou fazer alguma coisa para levar essa relação a um fim.
Às vezes essas pessoas morrem.
Às vezes, simplesmente se vão.
Às vezes, agem e te forçam a tomar uma posição.
O que devemos entender é que nossas necessidades foram atendidas, nossos desejos preenchidos e o trabalho deles, feito.
As suas orações foram atendidas.
E agora é tempo de ir.
Quando pessoas entram em nossa vida por uma "estação", é porque chegou sua vez de dividir, crescer e aprender. Elas trazem para você a experiência da paz, ou fazem você rir. Elas poderão ensiná-lo algo que você nunca fez. Elas geralmente te dão uma quantidade enorme de prazer.
Acredite! É real!
Mas somente por uma "estação".
Relacionamentos de uma "vida inteira" te ensinam lições para a vida inteira: coisas que você deve construir para ter uma formação emocional sólida. Sua tarefa é aceitar a lição, amar a pessoa, e colocar o que você aprendeu em uso em todos os outros relacionamentos e áreas de sua vida. É dito que o amor é cego, mas a amizade é clarividente.
Obrigado por ser parte da minha vida.
Pare aqui e simplesmente sorria. Esta última parte é para mostrar às pessoas que você as ama e para ver quantas pessoas amam você!
Não se sinta embaraçado. Porque só você terá os resultados.
[desconheço a autoria]

Do fundo do fim do mundo.

Do fundo do fim do mundo Vieram me perguntar Qual era o anseio fundo Que me fazia chorar. E eu disse, "É esse que os poetas Têm tentado dizer Em obras sempre incompletas Em que puseram seu ser. Ë assim com um gesto nobre Respondi a a quem não sei Se me houve por rico ou pobre.

Fernando Pessoa

PADRE LÉO

Pe. Léo Tarcísio Gonçalves Pereira, mais conhecido como Padre Léo, (Delfim Moreira, 9 de outubro de 1961São Paulo, 4 de janeiro de 2007) foi um sacerdote da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus e ativista social brasileiro. Morreu no Hospital das Clínicas em SP de infecção generalizada conseqüência de um câncer incurado.

Filho de Joaquim Mendes e Maria Nazaré, nasceu numa família simples e sempre quis ser padre. Entrou para a Renovação Carismática Católica (RCC) em 1973. Era músico, cantor, compositor, apresentador, pregador e escritor. Em 12 de outubro de 1995, fundou a Comunidade Bethânia, que, hoje, conta com mais de 30 membros e 5 casas espalhadas pelo Brasil, cuja missão é restaurar jovens dependentes químicos, portadores de HIV e marginalizados em geral.

 
 Frase que me inspira!
Perdoar é doar-se a quem não merece, acha que merece, me ofende e ainda fala mal de mim para os outros.
Perdoar é permitir que seu coração seja revestido pela ternura e pela misericórdia do coração de Jesus.
 
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Pe. Léo, SCJ, padre do Sagrado Coração de Jesus, autor de diversos títulos:

“Famílias restauradas”,

“Na trilha da cura”, “Sede fecundos”, “Curas dos traumas da morte” e “Gotas de cura interior”, pregador, fundador da Comunidade Bethânia onde trabalha acolhendo dependentes químicos (drogados e alcoólatras), menores abandonados e portadores do vírus HIV, que tenham o desejo de buscar a restauração de sua vida, além de oferecer inúmeros retiros de cura interior.
 
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Obras do autor
 

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 “O ser humano nasceu para ser feliz, completamente feliz. O ser humano nasceu com tudo programado para a felicidade. Você nasceu para dar certo. Esse é o grande projeto de Deus para sua vida. Esse é seu grande segredo.” Estamos com a faca e o queijo nas mãos. Somos livres para escolher os caminhos a trilhar". (...)

 
 

Jesus Cristo na cruz!

Pois é, minha gente, que o formato da cruz traçado por Deus no espaço da “Criação” e colocado bem juntinho ao lema de “ordem e progresso” da nossa bandeira não fique somente na arte do enfeite; que o sinal que continuamos traçando da testa ao peito, do ombro esquerdo ao direito não seja sofisma de nossa crença, mas, a moldura de uma razão que crê e de um coração que ama como Cristo amou, e possamos assim qual Maria, a Senhora das dores, compreender e sentir o preço da nossa redenção, compreender e sentir na festa do céu a nossa grandeza de imagem de Deus, e por isso mesmo, a importância da nossa Redenção.
 

Padre Salesiano Luiz Ignácio Bordignon Fernandes

Solidão!

A vida não é, nem será isenta de preocupações.Daí a deixarmos que elas nos possam submergir, vai uma enorme diferença de atitude. As preocupações são para serem resolvidas... aquelas que são possíveis de o serem. As outras?! As outras estão resolvidas por natureza!

Poesia do pé!

Quem dá no pé quer fugir.
Ao pé da letra é resposta pronta, sem vacilação. Quem aperta o pé só quer andar mais rápido. Meter os pés é pagar favor com ingratidão... Quem fala ao pé do ouvido quer conversa "em segredo".
Quem bate o pé é teimoso.
Quem bota o pé no mundo quer degredo.
Quem cai de pé é tinhoso...
Quem fica com o pé atrás é desconfiado.
Em pé de igualdade, de igual pra igual.
Se entra com o pé direito, quer ter sorte.
Se entra com o pé esquerdo, é azarado...
Quem lambe os pés, adula e bajula.
Se trata na sola dos pés, é grosseiro.
Quem não chega aos meus pés não tem importância,
É pé-de-chinelo, zé-ninguém sem dinheiro.
Se o negócio está de pé, é porque o acerto é mantido.
Se procuras um pé, buscas pretexto ou motivo.
Quem é pé-de-chumbo não progride na vida;
Mas se é pé-de-bode é trabalhador e prestativo.
Quem chega pé ante pé, vem com vagar, de mansinho;
Mas se é pé-de-guerra, cuidado que de lá vem chumbo!
Se vem pé-d'água, espere toró e aguaceiro.
Se é pé-de-vento é redemoinho...
Pé-de-gancho ou Pé cascudo é o diabo!
Quem mete o pé no estribo encaminha a viagem;
Já pé-quente é o motorista ligeiro
Que mete o pé na tábua quando some na paisagem.
Se digo pé-de-página falo de rodapé de livro.
Já pé-de-moleque é doce de rapadura.
Para o pedreiro coluna de casa é pé-direito.
E pé-duro é caipira da roça, sem cultura...
Pé na cova é o doente nas últimas.
Azarado e sem sorte chamam de pé-frio.
Quem se arruína mete o pé no atoleiro.
Acaba pé-rapado, sem dinheiro nem brio.
Quem pisa no pé quer provocação;
Mas quem tem tirocínio tem sempre os pés-no-chão...

 Alexandre Pelegi

Um presente!

No instante em que me explico

isolo o instante

petrifico-o

retenho-o na palavra

e dou-te

- um pedaço de mim

cristalizado no tempo.

Aécio Candido

Alma gêmea

Alma gêmea

(poesia de Moacir Sader)

 

Viajando no tempo, espaços e dimensões,

venho de lugares e de tempos longínquos.

No agora deste

momento tridimensional terreno,

deparo-me com alguém singular,

que veio igualmente

de outros tantos caminhos existenciais

e com inúmeras metas espirituais a cumprir,

tais como as minhas programações dimensionais.

Fixando-me em seu olhar,

vislumbro sintonias do coração

e uma ligação ímpar entre nós dois,

nascida há inúmeras vidas

e guardada de modo exclusivo em nossos corações,

como uma senha,

 para um dia nos religar pelo amor.

Temos, perceptivelmente, os mesmos ritmos de viver

 e de cumprir os nossos compromissos

e idêntica capacidade de ser humano e de amar.

Sei que a sua energia

é a mesma que circunda o meu campo áurico.

As nossas infindáveis viagens pelas vidas

parecem, enfim, totalmente lógicas

de explícitos e concretos sentidos,

porque todos os caminhos foram traçados

para nos conduzirem ao inevitável reencontro

neste exato instante terreno.

O meu coração me diz,

que faria novamente todo o caminhar existencial

ao longo dos renascimentos,

quantas vezes fosse

m necessárias,

se, ao final,

em determinado momento da eterna existência,

pudesse eu ver os seus olhos,

 tocar a sua energia

e sentir que as nossas energias

 tornam-se uníssonas em total simetria.

Essa união em unicidade energética e de coração

por si só já é a mais bela

 e completa declaração de amor,

preenchendo-nos de plena

e translúcida razão de existir

e de como amar e ser amado de forma perfeita

pelos séculos afora,

 como fora desde sempre.

O bambu e a poesia

O bambu e a poesia

As pessoas que não entendem poesia deveriam ter um bambuzal no jardim. O bambu e a poesia são muito parecidos: neles imperam todos os mistérios da
infância, neles se percebe uma linguagem para além do racional. O bambu e a poesia compõem-se como um arco de simbolismo, têm uns verdores pênseis, umas
alturas feitas de união. Não existem sozinhos. Neles tudo é composto, coletivo. São castelos que atraem o imaginário. Lá dentro: casa de insetos, de cobras, dos monstros vários da fantasia. Lá dentro, portal para o tempo imóvel do sonho.
O bambu é pouso de pássaros, criadouro de sombras, paragem do vento. Não é à toa que meninos buscam nos bambus suportes para suas pandorgas. O vento é
irmão do bambu, nele se solidifica, se esculpe, nele se mascara de visível. Quando o vento quer aparecer, brinca nos entremeios do bambuzal. Pouca coisa é mais música que isto. A poesia tem uma irmã com o mesmo comportamento do vento: a palavra.
No bambu, o colmo oco guarda umas águas que não se sabe de onde. Surge mínimo e em tempo pouco, já domina a paisagem. Depois da bomba em Hiroshima, foram os bambus os primeiros a reverdecer sobre a tragédia. Foram os bambus que trouxeram aos homens o futuro, o nascimento imperioso do continuar sempre. Tudo isso também serve para a poesia.
O bambuzal alastra-se por baixo da terra, é um guerreiro ávido, faminto, vândalo com o solo, seus caules subterrâneos, sempre invasores, sempre trabalhando na busca de novos territórios, não desistem. Talvez por isso, o bambu não floresça. Tanto rouba da terra os nutrientes, que foi castigado a não ter flores. Alguns teimam, revoltam-se, querem sobre si uma primeira e última primavera. Para o bambu, florescer é morrer. Ainda hoje, os cientistas não compreendem bem este processo. Assim é a poesia, domina os escuros, cresce neles, às vezes aparece aos olhos e é apenas bela e necessária. Outras vezes, é mais corajosa, vai além, floresce para alma.
Sacrifica o entendimento, quer ser um cosmo onde nada pode ser aprisionado pela razão. Onde tudo é feito para acariciar os sentidos.
A poesia e o bambu são empórios de surpresas: deles saem flautas, varas de pescar, móveis, alimentos para os homens e para os lêmures, combustível, papel, estão no Taj-Mahal como estão no casebre. Estão na metrópole e dentro da floresta. Estão segurando encostas e sentimentos, despoluindo rios, decorando casas e cabeças.
Os dois são fáceis de serem vistos. São diários. Estão aos olhos, por isso as pessoas que não entendem poesia, deveriam ter um bambuzal no jardim.

Rubens da Cunha

M. C. Escher

O gato de Schrödinger!!!

(M.C. Escher) De vez em quando, vinha ter ao anfiteatro um gato, saído talvez do jardim. Inevitavelmente, deram-lhe o nome de Schrödinger. Às vezes, deixava de aparecer durante dias, e não sabíamos se ainda estaria vivo. (A Natureza é uma sedutora!...)

Fachada do museu Escher em A Haia.

Maurits Cornelis Escher ou M. C. Escher (Leeuwarden, 17 de Junho de 1898 - Hilversum, 27 de Março de 1972) foi um artista gráfico holandês conhecido pelas suas xilogravuras, litografias e meios-tons (mezzotints), que tendem a representar construções impossíveis, preenchimento regular do plano, explorações do infinito e as metamorfoses - padrões geométricos entrecruzados que se transformam gradualmente para formas completamente diferentes.

Chaplin, Charles (1889-1977)

Filho de artistas do vaudeville londrino, Chaplin teve uma infância miserável e chegou a roubar comida para sobreviver depois que seu pai abandonou a família e sua mãe foi internada como louca. Ainda adolescente obteve emprego na companhia teatral de Fred Karno e, ao fazer uma excursão pelos Estados Unidos, em 1913, foi contratado por Mack Sennett para trabalhar na Keystone, o maior estúdio de comédias do cinema mudo. Ali Chaplin criou o personagem que o tornaria famoso: o vagabundo, de bengala e chapéu-côco. Principais Filmes: Curtas: · Carlitos Repórter (1914) · Idílio desfeito (1914) · O Vagabundo (1915) · Casa de Penhores (1916) · Rua da Paz (1917) · O Imigrante (1917) · Vida de Cachorro (1918) · Ombro, Armas! (1918) · Idílio Campestre (1919) · Dia de Prazer (1919) Longas: · O Garoto (1921) · Os Ociosos (1921) · Dia de Pagamento (1922) · Pastor de Almas (1923) · Casamento ou Luxo? (1923) · Em Busca do Ouro (1925) · O Circo (1928) · Luzes da Cidade (1931) · Tempos Modernos (1936) · O Grande Ditador (1941) · Monsieur Verdoux (1947) · Luzes da Ribalta (1952) · Um Rei em Nova York (1957) · A Condessa de Nova York (1966)

Nelson Rodrigues

"Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, se esvai, em milhares de livros mais áridos do que três desertos."
 
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